Glossário
Definições em linguagem simples dos termos de mercado e de carteira usados no Charter e no Lab.
- Classe de ativosUma categoria ampla de investimentos que se comporta de forma distinta — ações, títulos, ouro, commodities — os blocos de construção de uma carteira diversificada e alocada de forma tática.
- BacktestAplicar um conjunto de regras a dados históricos para ver como ele teria se comportado — útil para entender uma estratégia, nunca uma previsão do futuro.
- BenchmarkUm índice de referência contra o qual se medem o retorno e o risco de uma carteira — a régua que diz se um resultado é bom dentro do seu contexto.
- CorrelaçãoO quão próximo dois ativos se movem juntos, de +1 (em sincronia) a −1 (em oposição) — a propriedade que faz a diversificação funcionar, quando é baixa.
- DiversificaçãoDistribuir capital entre ativos que se comportam de maneira diferente, de modo que a fraqueza de um seja compensada pelos outros. Reduz o risco evitável, mas não elimina o risco de mercado como um todo.
- DrawdownA queda do pico mais recente de um investimento até o vale seguinte, em percentual — uma medida direta da dor suportada e do ganho necessário para se recuperar.
- ETF (fundo negociado em bolsa)Um fundo que é negociado em bolsa como uma única ação e, em geral, acompanha um índice, oferecendo exposição diversificada e de baixo custo a um mercado inteiro.
- Taxas de fundos (TER)O custo contínuo de manter um fundo, expresso como índice de despesa total (TER). Taxas anuais de aparência pequena se acumulam em grandes somas ao longo de uma vida de investimentos.
- HedgeAssumir uma posição compensatória para reduzir um risco específico — abrindo mão de parte do potencial de alta em troca de proteção contra uma perda determinada.
- LiquidezO quão facilmente um ativo pode ser comprado ou vendido a um preço justo sem mover o mercado — alta para grandes ETFs e índices importantes, baixa para posições de nicho.
- Regime de mercadoUm ambiente de mercado persistente — em tendência, calmo ou turbulento — que uma leitura baseada em regras identifica a partir do comportamento dos preços, em vez de uma previsão do que vem a seguir.
- Reversão à médiaA tendência de um preço ou índice esticado a voltar em direção à sua média histórica — a imagem espelhada do momentum, e muitas vezes em conflito com ele.
- MomentumA tendência de ativos que tiveram bom (ou mau) desempenho recentemente a continuarem assim por algum tempo — um padrão bem documentado, usado por estratégias de tendência e de momentum.
- RebalanceamentoRealinhar periodicamente uma carteira aos seus pesos-alvo depois que os preços a afastam deles — reduzindo o que cresceu e reforçando o que ficou para trás, seguindo uma regra fixa.
- Índice de SharpeUma medida do retorno obtido por unidade de risco (volatilidade) — uma forma de comparar estratégias pela recompensa em relação à turbulência do percurso.
- Investimento sistemáticoInvestir segundo regras explícitas e predefinidas, em vez de discrição ou intuição — para que as decisões sejam repetíveis, testáveis e livres da emoção do momento.
- Alocação tática de ativos (TAA)Ajustar ao longo do tempo a repartição de uma carteira pelas grandes classes de ativos em resposta ao ambiente de mercado, em vez de manter pesos fixos independentemente das condições.
- Retorno totalO retorno completo de um investimento, incluindo tanto a variação de preço quanto os rendimentos (dividendos ou juros) reinvestidos — a medida honesta do que o investidor de fato obteve.
- Seguimento de tendênciaUma abordagem baseada em regras que aumenta a exposição a ativos em tendências de alta sustentadas e a reduz nas tendências de baixa — acompanhando o movimento em vez de tentar prever a virada.
- VolatilidadeO quanto o preço de um ativo oscila ao longo do tempo. Alta volatilidade significa oscilações maiores; ela mede a turbulência, não a direção — e não é a mesma coisa que risco.